Batalhão de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, tem novo comandante
O coronel Roberto Cristiano Dantas, comandante do 3º Comando de Policiamento de Área (3º CPA), presidiu a solenidade de passagem de comando do 39º BPM (Belford Roxo). O tenente-coronel Ewerton assumiu a liderança da unidade em substituição ao tenente-coronel Lima, em evento que reuniu diversas autoridades civis e militares, como o coronel Francisco D’Ambrósio, ex-comandante de unidades da Polícia Militar na Baixada Fluminense, e o diretor-geral do Hospital do Olho, Adonai Lemos

Cerimônia de troca de comando presidida pelo coronel Dantas entre os tenentes-coronéis Lima e Ewerton/Divulgação/PM
O coronel Roberto Cristiano Dantas, comandante do 3º Comando de Policiamento de Área (3º CPA), presidiu na manhã desta quinta-feira (13), a solenidade de passagem de comando do 39º BPM (Belford Roxo). O tenente-coronel Ewerton assumiu a liderança da unidade em substituição ao tenente-coronel Lima, em evento que reuniu diversas autoridades civis e militares, como o coronel Francisco D’Ambrósio, ex-comandante de unidades da Polícia Militar na Baixada Fluminense, e o diretor-geral do Hospital do Olho, Adonai Lemos.
A mudança marca o encerramento de um ciclo e o início de uma nova fase para a segurança pública local. Em publicação nas redes sociais, a corporação destacou a dedicação do tenente-coronel Lima no combate à criminalidade e desejou êxito e sabedoria ao tenente-coronel Ewerton na condução da tropa. “Os comandantes passam. O compromisso com a sociedade permanece”, reforçou a nota.
Coordenação operacional na Baixada
O 3º CPA, sob o comando do coronel Dantas, é a unidade da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) encarregada do planejamento e da articulação das ações operacionais na Baixada Fluminense. O comando abrange o 15º BPM (Duque de Caxias), 20º BPM (Mesquita), 21º BPM (São João de Meriti), 24º BPM (Queimados), 34º BPM (Magé) e o próprio 39º BPM (Belford Roxo).
A estrutura tem papel estratégico no combate ostensivo ao tráfico de drogas e à expansão de milícias na região, coordenando operações integradas para conter a mancha criminal, desarticular grupos armados e reforçar a presença policial nas áreas críticas.