MPRJ denuncia sete e arquiva acusações contra vereador Carlos Bolsonaro por ‘rachadinha’

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O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou o chefe de gabinete de Carlos Bolsonaro e outras seis pessoas pela prática de “rachadinha” no gabinete na Câmara de Vereadores do Rio. O MPRJ arquivou a denúncia contra Carlos, por não ter encontrado indícios com relação a ele. A informação foi divulgada com exclusividade pela GloboNews.

Durante a investigação, ele teve quebrados os sigilos bancário, fiscal e telemático. No entanto, a denúncia contra ele foi arquivada, “visto que não se demonstrou qualquer circulação de valores para suas contas ou pagamentos”, de acordo com o documento à qual a GloboNews teve acesso.

O termo “rachadinha” é usado para definir um esquema de repasse de parte do salário recebido por funcionários, servidores ou prestadores de serviço a um político ou a assessores dele. O crime é conhecido juridicamente como peculato.

Para o Ministério Público, o chefe do esquema era Jorge Luiz Fernandes, que criou uma verdadeira “organização criminosa”.
“Era amigo da familia Bolsonaro, tendo sido nomeado para o cargo de assessor em 2001 no gabinete de Carlos. A partir de 2018, passou a ser o chefe de gabinete”, afirma o MP.

Os outros denunciados, segundo a denúncia, eram responsáveis por “receberem e repassarem parte do dinheiro para Jorge.